sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Saiba como é importante valorizar o seu trabalho.



Valorizar o seu trabalho não quer dizer supervalorizar a prestação de um serviço com a finalidade de inflacionar o mercado.  Tem sido muito comum a utilização de o termo prostituir o mercado com valores aviltados, ou seja, valores abaixo do que deveria ser cobrado, neste mister refiro-me a classe contábil. Reconheço que dependendo do porte da empresa e seus custos de funcionamento fica difícil ela pagar um salário mínimo do ano vigente pela prestação dos serviços.
Mas, o profissional deve saber que o cliente muitas vezes tem condições de pagar, e vive choramingando e contando misérias para então conseguir persuadi-lo a pagar menos pelos serviços contratados. Este mesmo cliente ele será o que mais vai lhes importunar, com solicitações de coisas absurdas, com preenchimento de cadastro em bancos para buscar empréstimos, comprovantes de rendimentos que não condizem com a realidade dos fatos etc.
Você estudou quatro anos, será submetido ao crivo de exame de suficiência para exercer a profissão de contador e vai ficar catando caraminguás de pessoas que pretendem usufruir de seus conhecimentos, também utilizará de atos ilícitos os quais você poderá responder solidariamente em juízo. É justo você fazer isso pra si mesmo?
Já ouvi dizer que ética não bota o feijão no prato, mais o dinheiro ilícito e alheio lhes coloca numa jaula, saiba que no Brasil não há prisão!
Portanto valorize-se acerte um valor justo, utilize de uma sistemática que seja favorável a seus custos e conhecimento adquiridos, é o seu trabalho que vai provir à sustentação de sua casa. Agindo desta maneira você não se sentirá desvalorizado, é por estas e outras que alguns profissionais que trabalham pra pequenos empresários executam os serviços de qualquer maneira e acabam desistindo da profissão. Ele assumiu o risco então mesmo cobrando pouco e recebendo desta maneira devem executar o serviço correto.
Lembre-se é você quem fará mal a si mesmo, e como na vida tudo tem um preço, todo cuidado é pouco.

                                                                                                    doMonte

Desenvolvendo as Potêncialidades





         
          Quando falamos em potência os homens logo pensam na sexual, em sua ereção, ou até mesmo, outros homens que não estão a todo tempo com sexo na cuca, ficam preocupados com a 3ª guerra mundial imaginando se a Super Potência Capitalista, que investiu muita tecnologia na indústria da guerra vai atacar alguém ou apenas "se defender" ou defender alguém apenas por $olidariedade.

          A bem da verdade a potência a qual faço referência tem a ver com a vida profissional de cada um de nós, onde temos que a todo momento buscar novas alternativas, para continuarmos vivendo do nosso próprio sustento.

          É ai que entra a questão do desenvolvimento das potencialidades. O nosso País hoje tem uma economia estável, mas, ficamos muito a quem de mão de obra qualificada, um fator de muito preconceito e deveras difundido em nossa sociedade é a não contratação de pessoas com idade próxima dos 40 anos.

        Os jovens enfrentam barreiras pela inexperiência, os mais maduros por causa da probabilidade de adoecerem, porque estão inseridos num grupo de risco e são mais propícios a Enfarte, AVC, Depressão entre outras doenças mais comuns atualmente, muitas devido ao nosso ritmo de vida ociosa com relação ao corpo.
       Este tipo de coisa, ou seja, a rejeição não é dito ao quarentão quando ele não é classificado a vaga na empresa, mas, ninguém aqui é tolinho e sabemos que se você não dispuser de uma capacitação monstra, e um Curriculum do porte que lhes torna altamente capaz e indispensável, vão buscar alguém mais jovem sim, pra sua vaga. Isto já me foi relatado por alguns amigos que trabalham em processos de seleção em off é claro. Ridículo isso mais no Brasil as coisas ainda são assim!

        Cheguei uma conclusão sobre o perfil de alguns profissionais assalariados e autônomos dentro desta faixa de 40 anos que conheci, portanto classifico estas pessoas em dois grupos: AS QUE RECEBEM SALÁRIOS e AS QUE FAZEM O SALÁRIO.
          
As que recebem o salário falando do mundo privado que chegam próximo ou passou dos 40 anos, são inseguras na maioria das vezes, temem o desemprego. Talvez por desconhecer de fato a autonomia e o que ela poderá lhes proporcionar, mais o fator decisivo são as vantagens do FGTS, Férias e 13º que o autônomo não tem, desta forma estão deixando de descobrir-se empreendedor. Seria bom que parasse e pensassem um pouco, refletir sobre caso perdesse o emprego o que faria dali para frente. Não espere que isso venha acontecer, você perder o emprego, tenha um plano B e busque qualificar-se para uma nova empreitada você estará desenvolvendo suas potencialidades.
 
           As que fazem o salário, já lutam há muito, sem muitos benefícios e muitas vezes esquecem-se da seguridade social, onde lhes garantirá um rendimento futuro, este talvez seja seu maior erro ou pecado consigo mesmo. Em suma são astutos e sempre em alguns casos, pensam em expandirem-se se lançando a riscos maiores, outros não, ficam ali na sua situação mais ou menos, com uma ambição mínima que lhes garante a subsistência. Mesmo assim precisam exercitar suas potencialidades, inovar e buscar mais conhecimento, este lhes dará um Plus a mais, podendo-lhes garantir um futuro mais próspero. 

       Nem todos nascem para empreender, mais podemos desenvolver esta potencialidade oculta dentro de nós mesmos, basta começar à pensar sobre o assunto, e identificar algo, que poderá lhes nortear a este fim.  

                                                            doMonte.