Vou
sem rumo, sem destino...
Não
me perguntes sobre meu itinerário,
Nem
pergunte de meu horário...
Não
há mais nada a lhe dizer.
Vivo
e viva também com liberdade...
Ide,
vá aos quatro cantos da cidade, sem pressa de me encontrar,
Vias-me
quando podias...
Ontem
não me querias,
Como
hoje já tens querer?
Só
pode não vivo mais a tua mercê;
Vou
sem rumo e sem destino...
Vou
aonde quis ir desde menino,
As
amarras que existia nos unindo,
Acabaram
de se arrebentar;
Porque
agora queres saber de mim?
Fui
embora sem rumo e sem destino...
Pena
que hoje pra você eu continue existindo,
Sem
eu querer amarrar-me a ti.
doMonte.