quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Um mundo de confrontos e os homens com necessidade de imprimir suas verdades absolutas.




Em nosso mundo de uma maneira em geral há confrontos ideológicos, para que seja imposta as suas verdades. Agride-se, mata-se, encarcera-se muitas vezes em nome de uma falsa verdade. Quanta intolerância! Há muito tempo não havia, e em algumas situações vivenciadas hoje não há ao menos o mínimo de racionalidade para encontrar a formação do credo no sentido mais amplo.
O fascínio que o homem antigo e porque não dizer que alguns contemporâneos exerça pelo poder político, poder dominante, poder de convencimento até mesmo o sobre natural, sempre o levou erroneamente a achar que se encontravam diferenciados dos demais. Quando buscaram elevar seus conhecimentos, quiseram logo imprimir aos outros que eram homens escolhidos pela divindade. Em algum momento era mesmo o escolhido, porém se perderam no mar de suas ilusões, no oceano de suas ambições. Há os que também que falsearam tudo isso.
Ao passo que tentaram elevar-se não o fizeram para levar o progresso também a outrem, ambicionaram controlar as massas, imprimindo suas verdades absolutas. E quando sua verdade era superada pelo crivo da razão, eles aceitavam o que agora estava em voga, porém esta nova concepção de verdade após sua total interação, logo mais seria desvirtuada por imprimir sua personalidade à mesma.
E partindo pro lado religioso da nossa conjectura, os homens têm feito isso ao longo dos tempos, dizendo o que Deus disse o que Jesus disse, a partir de suas interpretações fantasiosas criando novas denominações, cessando a liberdade, comercializando a fé em nome de seu próprio egocentrismo.
A verdade é imutável encontra-se nas leis naturais advindas do Criador, jamais será transformada e personificada pelo homem por mais que amplie seu intelecto ou o poder transitório que exerça na terra.
            Por não ter deixado nada escrito Jesus, não ordenou que escrevessem os homens sobre os seus feitos, mais eles dizem que Jesus disse: “Ide pelo mundo e evangelizai”...
            E porque hoje não evangelizamos em nome de Jesus e na maioria das vezes nos promovemos em nome de Jesus? Se não compreendermos o sentido continuaremos a estória desvirtuando a verdade, promovendo o nosso eu e não propagando o evangelho.



Domonte. 

A inovação



Toda inovação leva um bom tempo para ser aceita perante um grupo social, seja ela cultural, científica, religiosa etc. Isso é notório na história da humanidade. Dentro deste pensamento é sabido que as mudanças para o bem comum, mesmo estas contendo a melhor das intenções, demoram a serem aceitas nos embates ideológicos, ou até que haja uma aclamação total da ideia ou um mínimo de consenso.

Quando alguém tenta fazer parte em qualquer ciclo dentro de uma sociedade organizada, e torna-se membro dela, seu olhar do futuro difere muito bem dos que lá militam ou labutam há mais tempo. E pensamos há suas exceções, pois haverá alguém que até comungue de seu pensamento, porém a experiência vivida, lhes favoreça a permanência no conservadorismo. Isso também se explica pelo não comprometimento de alguns membros, que entraram com muita sede, e não deram continuidade... Isto tem sido prejudicial para as inovações “a falta de compromisso”.

Mesmo assim é observado dentro destes grupos um Colégio Cardinalístico e centralizador, não sendo privilégio do catolicismo sendo encontrados na: classe política, nas religiões, no futebol. Em alguns seguimentos ocultos, de alguma forma dão sinal então o Colégio Cardinalístico fica evidenciado. Na câmara dos deputados quando um novo parlamente pertencente a um partido pequeno não dispõe de um séquito o deputado é classificado como de baixo clero. Ele não aprovará nenhum projeto, não representou seus eleitores, não conseguiu contribuir em nada. Tudo aquilo que havia imaginado de melhorias no sentido social, lhes foi ofuscado as ideias pelos cardeais.

Uma inovação seja de ideias ou de pessoas só é conhecida se apresentada aquém interessa possa, a comunidade ou a sociedade.  A inovação pode ser uma maneira diferente de se apresentar uma coisa antiga, que da forma ainda hoje apresentada não está surtindo efeito.

Às vezes pode-se apresentar o novo até com o consentimento do colégio Cardinalístico, eles passando provisoriamente por cima de seu conservadorismo, mas, espreitando a oportunidade de criticar fervorosamente caso o novo não obtenha êxito.  Pra ele é melhor afundar do jeito que está, do que correr o risco mesmo sem obter êxito.

Nunca os novos serão ouvidos, se os velhos não derem oportunidades de serem ouvidos;

Nunca os novos serão conhecidos, se os velhos não lhes apresentar a sociedade;

Nunca os novos levarão adiante o seu legado, se os velhos não lhes ensinarem lhes dando o aprendizado;

Nunca os novos envelhecerão dentro daquilo que acreditam, porque não foram ouvidos, porque não foram apresentados, não foram ensinados, não tiveram oportunidade porque os velhos jamais pensaram que eles passariam... O tempo passou e os velhos passaram.
Dercilio do Monte

“É muito bom que você nasça numa igreja, mais é muito bom que você não morra nela, porque você não passou da igreja que nasceu”.  Sathya Sai Baba

Um dos traços da exacerbação da vaidade humana


E mais uma vez conjecturando sobre a vida, hoje entro na vaidade, não me estarreço com tamanha exacerbação da vaidade cotidiana. Um destes dentre muitos outros aspectos da vaidade, encontra-se evidenciada pasmem, nas pessoas que tentam ensinar a domar a vaidade com humildade em nome de Jesus.
O problema é que muita gente com sede de conhecimento além do normal, tornam-se pseudos-sábios, intelectualmente letrados, porém, ainda não abriram as portas de seu coração, para que a humildade entre e faça morada e assim consiga abraçar e viver a vida com mais simplicidade.
Os gestos demonstrados com arrogância em um pedido mais acintoso, na mais completa necessidade de comanda uma ação muitas vezes reluz aquilo que se é de verdade, então a pessoa diz o que é, e não faz aquilo que prega para os outros.
Em um grupo que trabalha com o objetivo comum e fraterno, pensamos que todos estão ali em pé de igualdade como seres humanos irmanados em Cristo nossos modelos e guia. As aptidões que cada um tem individualmente não desmerecem os outros, por não as terem também, o ser existencial humano é treinável a ponto de adquirir aptidões que não vos iguale talvez, mas, tenha uma evolução que lhes qualifique em uma tarefa que outrem já faça.
O homem forte fisicamente não pode a todo tempo pensar que o que lhes compete numa tarefa é tão somente a carga pesada dos fardos que tenha que armazenar, por ordem do sábio, ou pseudo-sábio. O sábio ou pseudo-sábio, home de intelecto, jamais deve pensar que o que lhes seja mais agradável, podendo  fazer na vida é tão somente, pensar, falar, escrever e ensinar. Ledo engano, em determinado ocasiões também haverá fardos que sua força motriz seja necessária para que possa ajudar no armazenamento dos fardos pesados.
Então se busco conhecer as coisas divinas e morais e falar sobre elas, devo primeiramente ter simplicidade para transmitir a outrem no dia que eu conhecer a humildade, eu preciso dividir o peso do fardo. Jamais posso utilizar a negativa de que não estou aqui pra isso, para pegar o peso do fardo e me rotular diante do meu semelhante dizendo que estou tão somente aqui para pensar, falar, escrever e ensinar daquilo que entendo do fundo de minha intelectualidade limitada que chamo de sabedoria.
Será que realmente posso falar da vaidade em nome de Jesus?
Se conjecturarmos haverá outras maneiras de encontrarmos outros traços da exacerbação da vaidade humana, mediante a ocasião fiquemos entre a força física e a humilhação que um pseudo-sábio tenta causar ao semelhante exaltando sua tão sóbria ignorância.
“Já foi o tempo do faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, hoje o ser humano humilde, e simples de coração deve trazer consigo algo assim parecido: Faças o bem com amor e propague ao mundo que eu também faço! Pois é assim que aprendi com os que me ensinaram com simplicidade e humildade em nome de Jesus.

Domonte.