Séptica
ignorância.
Estar
preso em si mesmo, é permanecer desolado nas passagens retrógadas da séptica
ignorância que ainda resiste. No imaginário ápice da evolução que desejamos, querendo
agora aproveitar o ensejo, vamos ruminando os defeitos, sob os efeitos que
ainda nos faz existir.
Desde
agora ou desde sempre, previsível ou previdente, vontade indiciosa ou desejo
indecente, somam-se a todas as coisas, as causas, até as náuseas por ainda
estar aqui presente.
Tranquilo
um pouco, quiçá mais consciente, viver a calmaria de cada dia, seguir em
frente, sem ansiedade com mais passividade, calmamente. Curando a séptica
ignorância, pensar ter entendido o que seria o ápice da evolução, foi ter a
certeza que somos tão previsíveis, irremediavelmente.