quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Um dos traços da exacerbação da vaidade humana


E mais uma vez conjecturando sobre a vida, hoje entro na vaidade, não me estarreço com tamanha exacerbação da vaidade cotidiana. Um destes dentre muitos outros aspectos da vaidade, encontra-se evidenciada pasmem, nas pessoas que tentam ensinar a domar a vaidade com humildade em nome de Jesus.
O problema é que muita gente com sede de conhecimento além do normal, tornam-se pseudos-sábios, intelectualmente letrados, porém, ainda não abriram as portas de seu coração, para que a humildade entre e faça morada e assim consiga abraçar e viver a vida com mais simplicidade.
Os gestos demonstrados com arrogância em um pedido mais acintoso, na mais completa necessidade de comanda uma ação muitas vezes reluz aquilo que se é de verdade, então a pessoa diz o que é, e não faz aquilo que prega para os outros.
Em um grupo que trabalha com o objetivo comum e fraterno, pensamos que todos estão ali em pé de igualdade como seres humanos irmanados em Cristo nossos modelos e guia. As aptidões que cada um tem individualmente não desmerecem os outros, por não as terem também, o ser existencial humano é treinável a ponto de adquirir aptidões que não vos iguale talvez, mas, tenha uma evolução que lhes qualifique em uma tarefa que outrem já faça.
O homem forte fisicamente não pode a todo tempo pensar que o que lhes compete numa tarefa é tão somente a carga pesada dos fardos que tenha que armazenar, por ordem do sábio, ou pseudo-sábio. O sábio ou pseudo-sábio, home de intelecto, jamais deve pensar que o que lhes seja mais agradável, podendo  fazer na vida é tão somente, pensar, falar, escrever e ensinar. Ledo engano, em determinado ocasiões também haverá fardos que sua força motriz seja necessária para que possa ajudar no armazenamento dos fardos pesados.
Então se busco conhecer as coisas divinas e morais e falar sobre elas, devo primeiramente ter simplicidade para transmitir a outrem no dia que eu conhecer a humildade, eu preciso dividir o peso do fardo. Jamais posso utilizar a negativa de que não estou aqui pra isso, para pegar o peso do fardo e me rotular diante do meu semelhante dizendo que estou tão somente aqui para pensar, falar, escrever e ensinar daquilo que entendo do fundo de minha intelectualidade limitada que chamo de sabedoria.
Será que realmente posso falar da vaidade em nome de Jesus?
Se conjecturarmos haverá outras maneiras de encontrarmos outros traços da exacerbação da vaidade humana, mediante a ocasião fiquemos entre a força física e a humilhação que um pseudo-sábio tenta causar ao semelhante exaltando sua tão sóbria ignorância.
“Já foi o tempo do faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, hoje o ser humano humilde, e simples de coração deve trazer consigo algo assim parecido: Faças o bem com amor e propague ao mundo que eu também faço! Pois é assim que aprendi com os que me ensinaram com simplicidade e humildade em nome de Jesus.

Domonte.

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