sexta-feira, 13 de junho de 2014

Vou sem rumo, sem destino...



Vou sem rumo, sem destino...

Não me perguntes sobre meu itinerário,
Nem pergunte de meu horário...
Não há mais nada a lhe dizer.
Vivo e viva também com liberdade...
Ide, vá aos quatro cantos da cidade, sem pressa de me encontrar,
Vias-me quando podias...
Ontem não me querias,
Como hoje já tens querer?
Só pode não vivo mais a tua mercê;
Vou sem rumo e sem destino...
Vou aonde quis ir desde menino,
As amarras que existia nos unindo,
Acabaram de se arrebentar;
Porque agora queres saber de mim?
Fui embora sem rumo e sem destino...
Pena que hoje pra você eu continue existindo,
Sem eu querer amarrar-me a ti.


doMonte.

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