Esta frase me faz crer que haja vida
após a morte do corpo físico, porque como alguém vai andar se não estiver vivo?
Morto anda? Não! Fica deitado inerte, é isso que acontece com o corpo somático quando não há mais um
espirito que o anime.
“Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte,
não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo: a tua vara e o teu cajado me
consolam.”
Isto independe se
encontraremos um vale de sombras, ou uma das moradas ditas pelo Cristo sobre à
casa do Pai. Se cada um de nós vai receber conforme nossas obras, seria muito
pouco ter passado por aqui ter sido adepto do mal e apenas sair da carne para
abaixo sete palmos de terra. Livre da justiça dos homens, sem o julgo de Deus e
o destino apenas seria o inferno sem direito a ressocialização do ser
existencial eterno o espírito?
Depois ainda há esta aqui que não
me deixam dúvidas que a vida continua e recomeça me dando a oportunidade do
retorno...
“Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja
morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá”.
É porque
o espírito é imortal, nos deparamos vivos após o desenlace do corpo somático. A
vida recomeça no mundo invisível, porque somos seres espirituais e retornamos a
vida verdadeira após um curto tempo na carne. Na carne viemos para saldar
antigos débitos, para apuração de nossas obras, obtenção do perdão e aprendizagem
do amor. Porém já nos foi dito, que ninguém sairá daqui até que salde a dívida
até o ultimo centavo contraído. Reencarnamos por que necessitamos de uma nova
experiência na carne e quiçá um dia retornar como seres angélicos.
“Na verdade, na verdade te digo que aquele que
não nascer de novo, não verá o reino de Deus”.
Mais com
a visão obscurecida pelos homens e seus pensamentos filosóficos e dogmáticos, é
mais fácil crer num céu azulado, num inferno quente e escaldante, do que analisar
a vida sendo entendida como um ciclo que se renova a cada etapa de aprendizado,
tendo seu retorno com o mesmo espírito só que em uma roupagem carnal diferente,
esquecendo-se do passado trilhando um novo recomeço.
Domonte.
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