segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Oportunizar para o crescimento do ser.





A definição de oportunidade diz o seguinte: Possibilidade de melhorar; ocasião favorável, visão do futuro, de algo novo que traga benefícios. Dentro deste conceito de oportunidade podemos ver diversas situações que a pessoa humana pode querer atingir em sua vida, podendo ser material, podendo ser espiritual, etc.
As nossas conjecturas não será pelo caminho material, pra deixar de lado a competitividade, observemos que se a finalidade for espiritualizar-se devemos combater mesmo este sentido competitivo e aprendermos a oportunizar principalmente o outro.
Então, sabe-se que sozinho jamais seremos a força impulsora que moverá a energia que propaga o bem e suas ações, que agradará a luz do mundo, precisamos romper a barreira do “mostrarei a você que sozinho eu consigo”. Onde fica o dito popular que assevera o seguinte: “a união faz a força”.
Podemos compartilhar melhor nossas ações olhando para o nosso lado e vendo no outro o senso de responsabilidade? Se já existente e latente é muito bom!  Mas, para alguns é desanimador não encontrar de imediato esta qualidade. Se tivermos a percepção de que o ser existencial é ensinável e treinável, um dia seguiremos juntos na mesma direção.
 Tudo que se adquire é por aprendizado do ponto de vista do conhecimento, podemos até pensar que seja paradoxal achando que a responsabilidade é uma virtude ou uma obrigação. Uma é um atributo da outra, portanto há um paralelo entre elas, pois quando se aprende a ser responsável, mais adiante se classifica isso a pessoa humana como se fosse uma virtude. Logo podemos concluir que responsabilidade se aprende idem à virtude.
Possibilidade de melhorar dar-se logo a partir do aprendizado da teoria agregado a prática se assim quiserdes que o outro somasse a ti ou a uma causa;
Ocasião favorável: foi-lhes ensinado a ter responsabilidade para que o futuro seja mais amplo, porque hoje está sendo empregado o conhecimento adquirido;
Visão do futuro de algo que traga benefícios, visualizado no ponto de partida, na tomada da decisão de oportunizar a alguém, para que lá na frente oportunize a outrem.



Domonte. 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Um mundo de confrontos e os homens com necessidade de imprimir suas verdades absolutas.




Em nosso mundo de uma maneira em geral há confrontos ideológicos, para que seja imposta as suas verdades. Agride-se, mata-se, encarcera-se muitas vezes em nome de uma falsa verdade. Quanta intolerância! Há muito tempo não havia, e em algumas situações vivenciadas hoje não há ao menos o mínimo de racionalidade para encontrar a formação do credo no sentido mais amplo.
O fascínio que o homem antigo e porque não dizer que alguns contemporâneos exerça pelo poder político, poder dominante, poder de convencimento até mesmo o sobre natural, sempre o levou erroneamente a achar que se encontravam diferenciados dos demais. Quando buscaram elevar seus conhecimentos, quiseram logo imprimir aos outros que eram homens escolhidos pela divindade. Em algum momento era mesmo o escolhido, porém se perderam no mar de suas ilusões, no oceano de suas ambições. Há os que também que falsearam tudo isso.
Ao passo que tentaram elevar-se não o fizeram para levar o progresso também a outrem, ambicionaram controlar as massas, imprimindo suas verdades absolutas. E quando sua verdade era superada pelo crivo da razão, eles aceitavam o que agora estava em voga, porém esta nova concepção de verdade após sua total interação, logo mais seria desvirtuada por imprimir sua personalidade à mesma.
E partindo pro lado religioso da nossa conjectura, os homens têm feito isso ao longo dos tempos, dizendo o que Deus disse o que Jesus disse, a partir de suas interpretações fantasiosas criando novas denominações, cessando a liberdade, comercializando a fé em nome de seu próprio egocentrismo.
A verdade é imutável encontra-se nas leis naturais advindas do Criador, jamais será transformada e personificada pelo homem por mais que amplie seu intelecto ou o poder transitório que exerça na terra.
            Por não ter deixado nada escrito Jesus, não ordenou que escrevessem os homens sobre os seus feitos, mais eles dizem que Jesus disse: “Ide pelo mundo e evangelizai”...
            E porque hoje não evangelizamos em nome de Jesus e na maioria das vezes nos promovemos em nome de Jesus? Se não compreendermos o sentido continuaremos a estória desvirtuando a verdade, promovendo o nosso eu e não propagando o evangelho.



Domonte. 

A inovação



Toda inovação leva um bom tempo para ser aceita perante um grupo social, seja ela cultural, científica, religiosa etc. Isso é notório na história da humanidade. Dentro deste pensamento é sabido que as mudanças para o bem comum, mesmo estas contendo a melhor das intenções, demoram a serem aceitas nos embates ideológicos, ou até que haja uma aclamação total da ideia ou um mínimo de consenso.

Quando alguém tenta fazer parte em qualquer ciclo dentro de uma sociedade organizada, e torna-se membro dela, seu olhar do futuro difere muito bem dos que lá militam ou labutam há mais tempo. E pensamos há suas exceções, pois haverá alguém que até comungue de seu pensamento, porém a experiência vivida, lhes favoreça a permanência no conservadorismo. Isso também se explica pelo não comprometimento de alguns membros, que entraram com muita sede, e não deram continuidade... Isto tem sido prejudicial para as inovações “a falta de compromisso”.

Mesmo assim é observado dentro destes grupos um Colégio Cardinalístico e centralizador, não sendo privilégio do catolicismo sendo encontrados na: classe política, nas religiões, no futebol. Em alguns seguimentos ocultos, de alguma forma dão sinal então o Colégio Cardinalístico fica evidenciado. Na câmara dos deputados quando um novo parlamente pertencente a um partido pequeno não dispõe de um séquito o deputado é classificado como de baixo clero. Ele não aprovará nenhum projeto, não representou seus eleitores, não conseguiu contribuir em nada. Tudo aquilo que havia imaginado de melhorias no sentido social, lhes foi ofuscado as ideias pelos cardeais.

Uma inovação seja de ideias ou de pessoas só é conhecida se apresentada aquém interessa possa, a comunidade ou a sociedade.  A inovação pode ser uma maneira diferente de se apresentar uma coisa antiga, que da forma ainda hoje apresentada não está surtindo efeito.

Às vezes pode-se apresentar o novo até com o consentimento do colégio Cardinalístico, eles passando provisoriamente por cima de seu conservadorismo, mas, espreitando a oportunidade de criticar fervorosamente caso o novo não obtenha êxito.  Pra ele é melhor afundar do jeito que está, do que correr o risco mesmo sem obter êxito.

Nunca os novos serão ouvidos, se os velhos não derem oportunidades de serem ouvidos;

Nunca os novos serão conhecidos, se os velhos não lhes apresentar a sociedade;

Nunca os novos levarão adiante o seu legado, se os velhos não lhes ensinarem lhes dando o aprendizado;

Nunca os novos envelhecerão dentro daquilo que acreditam, porque não foram ouvidos, porque não foram apresentados, não foram ensinados, não tiveram oportunidade porque os velhos jamais pensaram que eles passariam... O tempo passou e os velhos passaram.
Dercilio do Monte

“É muito bom que você nasça numa igreja, mais é muito bom que você não morra nela, porque você não passou da igreja que nasceu”.  Sathya Sai Baba

Um dos traços da exacerbação da vaidade humana


E mais uma vez conjecturando sobre a vida, hoje entro na vaidade, não me estarreço com tamanha exacerbação da vaidade cotidiana. Um destes dentre muitos outros aspectos da vaidade, encontra-se evidenciada pasmem, nas pessoas que tentam ensinar a domar a vaidade com humildade em nome de Jesus.
O problema é que muita gente com sede de conhecimento além do normal, tornam-se pseudos-sábios, intelectualmente letrados, porém, ainda não abriram as portas de seu coração, para que a humildade entre e faça morada e assim consiga abraçar e viver a vida com mais simplicidade.
Os gestos demonstrados com arrogância em um pedido mais acintoso, na mais completa necessidade de comanda uma ação muitas vezes reluz aquilo que se é de verdade, então a pessoa diz o que é, e não faz aquilo que prega para os outros.
Em um grupo que trabalha com o objetivo comum e fraterno, pensamos que todos estão ali em pé de igualdade como seres humanos irmanados em Cristo nossos modelos e guia. As aptidões que cada um tem individualmente não desmerecem os outros, por não as terem também, o ser existencial humano é treinável a ponto de adquirir aptidões que não vos iguale talvez, mas, tenha uma evolução que lhes qualifique em uma tarefa que outrem já faça.
O homem forte fisicamente não pode a todo tempo pensar que o que lhes compete numa tarefa é tão somente a carga pesada dos fardos que tenha que armazenar, por ordem do sábio, ou pseudo-sábio. O sábio ou pseudo-sábio, home de intelecto, jamais deve pensar que o que lhes seja mais agradável, podendo  fazer na vida é tão somente, pensar, falar, escrever e ensinar. Ledo engano, em determinado ocasiões também haverá fardos que sua força motriz seja necessária para que possa ajudar no armazenamento dos fardos pesados.
Então se busco conhecer as coisas divinas e morais e falar sobre elas, devo primeiramente ter simplicidade para transmitir a outrem no dia que eu conhecer a humildade, eu preciso dividir o peso do fardo. Jamais posso utilizar a negativa de que não estou aqui pra isso, para pegar o peso do fardo e me rotular diante do meu semelhante dizendo que estou tão somente aqui para pensar, falar, escrever e ensinar daquilo que entendo do fundo de minha intelectualidade limitada que chamo de sabedoria.
Será que realmente posso falar da vaidade em nome de Jesus?
Se conjecturarmos haverá outras maneiras de encontrarmos outros traços da exacerbação da vaidade humana, mediante a ocasião fiquemos entre a força física e a humilhação que um pseudo-sábio tenta causar ao semelhante exaltando sua tão sóbria ignorância.
“Já foi o tempo do faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, hoje o ser humano humilde, e simples de coração deve trazer consigo algo assim parecido: Faças o bem com amor e propague ao mundo que eu também faço! Pois é assim que aprendi com os que me ensinaram com simplicidade e humildade em nome de Jesus.

Domonte.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A Vida






                      Obrigado Jesus pela Vida

 

Vida tu és tão generosa comigo, me destes pais, um lar amigo, tudo de bom para que pudesse recomeçar.

Vida meu tempo é bem vivido, vivo alguns sonhos, levo meus tropeços e continuo insistindo, caio, e fico de pé, retorno sorrindo.

Vida tu curastes algumas feridas, outras tiveram que ser mais sofridas, com perdas, com tamanha tristeza é assim todos temos que enfrentar.

Vida nos destes sempre um ombro amigo, na hora do medo, antes ou depois do perigo, sempre houve alguém em que eu pudesse me apoiar.

Vida tu ensinastes a não temer a morte, ela é só uma passagem, não tem a ver com o que muitos encarnados pensam se é cedo ou tarde, ou for azar ou sorte. Lá também as coisas continuam, e tudo recomeça, mostrando que o corpo morre, pois, quem vai, é certo um dia que em outro corpo retorne.

Perguntei-te Vida; quando ao nascermos porque choramos e nossos Pais dão risos de alegria, outros queridos cantam e festejam até o raiar do dia? Dissestes-me com o passar dos tempos, que ao nascer se chora, pra se deparar com a longa jornada e seus percalços, suas alegrias que durante a existência terão a sua hora.

Vida nós vimos alguns queridos partindo, choros, lágrimas, desespero de alguns de nós gritando aos céus injustiças pela dor que está sentindo, um sábio um dia me disse Vida: “Sabe menino, na morte como tu entendes, o espirito é liberto do corpo, das chagas, por tudo que é vivido, estará ele livrando-se dos sofrimentos, quiçá da culpa, que está sentindo”.

Complementa o sábio: “Não devíamos nesta hora menino está sorrindo e ficar contente, eles estão sendo recebidos por espíritos amigos que foram na frente, hoje sua missão do outro lado da vida é receber seus queridos e amparar amorosamente”.

Vida sempre nos alertasse que jamais estamos sozinhos, nos guiastes sempre a Jesus que é o caminho, algumas vezes perdemos a direção, mas, houve sempre uma doce palavra que nos tocasse o coração.

Vida hoje há homens ainda tentando inventar a máquina do tempo, achando que voltando ao passado podem livrar-se de tanto sofrimento, mais um pedido de perdão, traria alívio e calmaria ao coração.

Vida és sempre vida, mesmo após o entendimento que muitos de nós encarnados temos de tu vida, o Cristo nos disse que há muitas moradas a serem vividas, onde podemos preparar para novamente recomeçar.

Obrigado Jesus pela Vida, e pelas tantas oportunidades de tantas vidas vividas, dentre todas outras vidas que juntas tivemos a oportunidade conviver aprender com o intuito de amar a vida.

 

DoMonte.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Homenagem a um Amigo


 
 
 
O tempo que passamos aqui.

Todos nós temos um tempo definido para vivermos aqui na terra, não chegamos aqui só para crescer e multiplicar a nossa espécie humana. Devemos aprender com este tempo que temos aqui, a construir momentos fraternos, lutar para o bem comum a todos, sem armas, sem violência, e na medida do possível ser feliz.

 

E durante todo este tempo, o mais importante ainda não conseguimos fazer “Sentir o Amor que o Cristo veio nos ensinar”, porque perdemos muito tempo com as coisas e os sentimentos menores.

 

Percebi que não há partida prematura, tudo está de acordo com as causas naturais, mesmo aquelas que encaramos por fatalidade. O fato é que tememos a morte.  A “Morte” é apenas o resgate do tempo que nos era devido aqui, para que durante a existência em que fomos: Pais, filhos, irmãos, amigos profissionais de todos os tipos e artistas de variados talentos, que deixássemos alguns dos feitos de nossa passagem na mente ou nos corações amigos.

 

Alguns outros subvertem as leis naturais da vida abreviando sua existência, ignorando a tudo, ceifando o veículo perfeito dado por Deus, evitando que sua existência não siga o curso previsto. Ainda há mistérios sobre este veículo perfeito que a medicina dos homens, não é capaz de desvendar ou reverter sua ação, porque só o próprio Deus os conhece.

 

É difícil mais temos que encarar o fato de que pela natureza, tudo um dia Nasce, Cresce, Reproduz e Morre, aprendemos isso no primário de nossa vida, e isso ainda a humanidade em sua grande maioria não aceita. O resgate tem seus de repente, que de forma sorrateira, nos prega uma grande peça. E quando vem e chega à vez dos que exalam alegria, provocam as frouxas os risos, logo aqueles que nos cativaram pela sua maneira de ser e por assim ser é que se tornava especial... Ficamos estáticos, inertes, incrédulos.

 

Ao ponto de proferi aos prantos dizendo de forma egoísta com a minha vontade ao Senhor da Criação: “é inimaginável que esta pessoa não habitará mais o palco da vida, junto a mim e a todos os que tanto lhes querem bem”.

 

A vida material a qual conhecemos esta dos vivos é um palco realmente, onde muitas vezes é necessário representar, mas, desejaríamos que ele ainda estivesse aqui. Porém teve que seguir dentro do prazo que tinha aqui, levando a sua alegria, deixando-nos uma enorme saudade, mas, a certeza que nos encontraremos algum dia.

 

doMonte

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Conversando com Deus.


 
 


Estava envolto em meus pensamentos e então decidi conversar com Deus, perguntando a Ele, porque eu ainda penso tanto em “TER”,... E questionando e perguntando a Deus de tantos os porquês. Refleti,... e encontrei as seguintes respostas em minha mente:

Eu ainda necessito e não me livrei da materialidade das coisas que penso ser tão importante.

Eu ainda eu tenho uma necessidade material de acúmulo de coisas, bens transitórios que sou o fiel depositário, o meu ego ainda acha que me faz bem.

Eu ainda penso que a dificuldade material é demasiadamente demorada na minha vida, e me custa muito para alcançar o que desejo. Eu nem percebo o quanto tenho desperdiçado dos recursos que possuo idem o tempo. Porém esta ansiedade de ter mais me sufoca.

É que eu ainda sou vaidoso, ignorante, egoísta e orgulhoso, necessito ter para crer. Eu descobri que ainda me engano, quando tento ser humilde, demorei mais descobri que isto ainda não sou!

E hoje quando eu oferto algo material, eu ainda penso na necessidade de receber amanhã, ou mais à frente num futuro,... ainda é assim que eu entendo o “É dando que se recebe”.
Mas, pera ai! Isto é justificativa pra tudo que ainda sou?

Tive a certeza de várias coisas sobre mim:

Eu ainda sou falho,

Eu ainda sou humano,por isso cometo erros,

Eu  ainda sou apenas um homem, tentando renovar meus sentimentos...

Eu não evolui o bastante, ainda vivo neste educandário chamado Planeta Terra.

Deus é quem mais sabe o que há dentro de mim!

Hoje mais uma vez, acordei e orei a Deus e dizendo...

Senhor estou tentando mudar tudo aquilo que há dentro de mim, mas, o meu processo é lento, mais vou segir tentando mudar, apesar de tantas idas e vindas eu ainda ser assim.

 
doMonte.